A Apneia Obstrutiva do Sono

a apneia obstrutiva do sono

A Apneia Obstrutiva do Sono

A apneia obstrutiva do sono é um dos principais distúrbios relacionados à má qualidade de sono e, quando ocorre repetidamente, tem como consequência a redução da oxigenação do sangue, o que pode resultar em danos ao organismo.

O que é SAOS?

A Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) é uma condição clínica comum em que a garganta se estreita ou colapsa repetidamente durante o sono, causando eventos de apneia obstrutiva. E é particularmente prevalente em adultos de meia-idade e idosos.

Como ocorre esse colapso? Quais as consequências?

O mecanismo pelo qual se dá o colapso das vias aéreas superiores não é totalmente compreendido, mas certamente é multifatorial incluindo obesidade, alterações craniofaciais, alteração da função muscular das vias aéreas superiores, neuropatia faríngea e deslocamento de fluidos para o pescoço.

As consequências diretas do colapso são hipóxia e hipercapnia intermitente que representa a elevação da pressão arterial de CO2, levando à ativação simpática secundária, estresse oxidativo e inflamação sistêmica. Logo, a sonolência diurna excessiva é um fardo para a maioria dos pacientes.

Além disso, a síndrome da apneia obstrutiva do sono também está associada a comorbidades cardiovasculares, que inclui hipertensão, arritmias, acidente vascular cerebral, doença cardíaca coronária, aterosclerose e aumento geral da mortalidade cardiovascular, bem como disfunção metabólica.

Tratamento

Se a apneia do sono pode ser revertida totalmente, suas consequências crônicas ainda precisam ser estabelecidas.

O tratamento primário em pacientes com apneia do sono grave é feito por pressão positiva contínua nas vias aéreas, ou seja, assistência ventilatória em que uma pressão positiva é aplicada à via aérea do paciente através de máscaras e sem a utilização da intubação traqueal.

Enquanto nas formas leve a moderada das SAOS, utilizam-se amplamente os aparelhos orais.

Diagnóstico

O diagnóstico da síndrome da apneia obstrutiva do sono é baseado em registros do sono, ou por polissonografia completa. Trata-se de um exame não invasivo que mede a atividade respiratória, muscular e sinais neurofisiológicos durante o sono, ou por uma poligrafia respiratória, que não inclui sensores neurofisiológicos.

Os pacientes são considerados portadores de síndrome da apneia do sono apenas quando os eventos de apneia obstrutiva do sono resultam em sintomas.

É importante ressaltar que a apneia do sono descoberta em um registro do sono sem quaisquer sintomas, geralmente não é considerada como a síndrome, exceto se o índice de apneia ou hipopneia for maior que 15, o que corresponde a 15 eventos por hora de sono.



 

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